Um comerciante da cidade de Belo Horizonte foi aos prantos durante uma reportagem exibida em um jornal local. O motivo do desespero do rapaz é que sua loja de roupas havia acabado de ser roubada pela 11ª vez. O empresário se disse desesperado e sem esperança de reaver a mercadoria, como aconteceu nas últimas dez vezes. Ele disse que vai mudar de ramo, uma vez que não consegue mais arcar com os prejuízos e não crê numa resposta efetiva das autoridades. O absurdo é que em todas as vezes que o roubo aconteceu ninguém foi preso e nem mesmo um suspeito foi encontrado. Só chorando mesmo.
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segunda-feira, 2 de março de 2015
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
O que significa a mordida na maçã da empresa Apple
Reza a lenda que Isaac Newton descobriu a lei da gravidade quando uma maçã caiu de uma árvore sob a qual ele estava sentado. Se é verdade ou não, nunca saberemos. O fato é que desde então a fruta ficou conhecida como o símbolo do conhecimento. Nos dias atuais a maçã mais famosa do mundo é aquela da marca Apple, a empresa de informática norte-americana idealizada por Steve Jobs. O que pouca gente sabe é por que a fruta da Apple apresenta uma mordida do seu lado esquerdo. O próprio Jobs, quando vivo, explicou em uma entrevista qual era a sua ideia. Realmente a maçã se referia a Newton, um dos gênios da ciência. E a mordida, segundo Steve, significava que ele estava pegando um pedaço do conhecimento e da genialidade de Isaac Newton. Uma ideia simples mas igualmente sensacional, não acham?
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Leão: o compulsivo sexual da natureza
Além de ser conhecido como o rei dos animais, o leão é o animal que mais se acasala na natureza. Alguns pares chegam ao impressionante número de 50 relações sexuais por dia, um recorde no mundo animal. E o que chama mais atenção é que o rei da selva mantém esse grande número de acasalamento com a mesma fêmea. Isso mesmo, ele é um compulsivo sexual, mas de preferência com a mesma paceira. Haja preparo físico!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Baratas podem sobreviver por até 9 dias mesmo depois de terem suas cabeças cortadas
Sem dúvida alguma as baratas estão entre os insetos mais detestáveis. Principalmente pelas mulheres, que quase têm um ataque de pânico ao se depararem com o pequeno animal. O que poucos sabem é que esse bichinho é um dos mais resistentes da natureza. Mesmo tendo sua cabeça cortada, uma barata pode sobreviver por até nove dias. Depois desse tempo ela morre de fome, uma vez que não teve mais como se alimentar. Essa é mais uma novidade que faz com que a barata seja vista como um monstro pelas nossas adoráveis mulheres.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Bebê é colocado no freezer para baixar a febre
"Existe louco pra tudo". Com certeza você já ouviu essa frase antes. Olha só o que um canadense fez com um bebê de dez meses. Derrick Hardy ficou encarregado de tomar conta da filha de sua namorada, que saiu para trabalhar. Quando o bebê começou a chorar sem parar e apresentar sinais de febre, o jovem resolveu colocar a criança no freezer para solucionar o problema. A menininha foi colocada em meio a gelo e hambúrgueres congelados. Encaminhado à delegacia, o rapaz alegou que não sabia lidar muito bem com crianças; já a mãe perdeu a guarda da filha por maus-tratos e abandono de incapaz. Por sorte a garotinha passa bem.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Comidas exóticas: cérebro de macaco regado a vinho de rato
Existem muitas comidas estranhas no mundo, mas nada se compara - pelo menos na nossa opinião - a um cérebro de macaco acompanhado de um vinho de bebês de rato. Isso mesmo, na Índia e na China as pessoas saboreiam cérebro de macaco. O que nos causa mais arrepios é que o macaco é o animal que mais se assemelha ao ser humano, portanto a sensação de degustar essa iguaria não deve ser nada agradável. Para acompanhar esse prato único, que tal pedir um vinho de rato? Na Coréia ratinhos são recheados com arroz e depois colocados numa garrafa de vinho para fermentar. Pessoas que experimentaram o vinho disseram que o gosto se assemelha a algo parecido com gasolina podre. Independentemente das opiniões e dos gostos, não se pode negar que para provar essas especialidades as pessoas precisam ter um estômago muito forte. Fica a sugestão para os corajosos.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
A Mônica da vida real
Pouca gente sabe, mas uma das personagens mais marcantes da história em quadrinhos no Brasil tem a sua representação na vida real. Isso mesmo, Maurício de Sousa, criador da turma da Mônica, baseou-se em sua filha homônima para criar a personagem em 1963. Inicialmente a personagem foi criada para ser coadjuvante do Cebolinha, que era o protagonista da série. Depois, com o enorme sucesso da menina gorducha, dentuça e de baixa estatura, não teve como evitar que ela passasse a ser a protagonista. O resto da história todo o mundo já sabe: a HQ da Turma da Mônica tornou-se a revista infantil mais vendida da história do Brasil; e o sucesso continua até hoje, incluindo uma edição para jovens e adolescentes, a Turma da Mônica Jovem. Já Maurício de Sousa deve ser um pai orgulhoso, tanto da personagem quanto da sua filha, claro.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Gosto não se discute...
O padrão estético depende da época em que se vive. No Renascimento, por exemplo, as mulheres gordas eram as esteticamente apreciadas. Hoje temos o contrário, quanto menos gordura uma mulher possui, mais bela ela é. Claro que isso é uma questão de gosto, pois há ainda - e são muitos - os que preferem as gordinhas. O importante é saber que - como mostra bem este cartaz - gosto não se discute. Ou deveria se discutir?
A ilha que é um paraíso na Terra
A Dog Island, uma ilha que fica em San Blas, no Panamá, foi escolhida por uma revista norte-americana, especializada em turismo e lugares paradisíacos, como aquela que tem as águas mais cristalinas do mundo. A ilha é muito conhecida pelo grande número de turistas que a frequentam todos os anos e, com pontos bastantes rasos, é possível tirar fotos impressionantes dentro d'água. Uma ótima dica para quem gosta de aventuras e de conhecer lugares ao mesmo tempo exóticos e fascinantes. Afinal, o paraíso é logo ali.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Livros que todo grande ser humano deveria ler
Infelizmente a vida é muito curta para podermos ler tudo de bom que foi escrito pelos grandes gênios da literatura ao longo da história da humanidade. Mesmo se passássemos a vida inteira só por conta de ler - o que é praticamente impossível - morreríamos sem ler metade das obras-primas já produzidas. Pensando nisso, nossa equipe deixa aqui uma listagem bem sucinta de 20 livros escritos por grandes homens, lidos por grandes indivíduos, e disponíveis para todas as pessoas. Boa leitura!!!
20- Ratos e homens (John Steinbeck)
George e Lennie são dois amigos bem diferentes entre si. George é pequeno, porém astuto, e Lennie é grandalhão, uma verdadeira fortaleza humana, mas com a inteligência de uma criança. Só o que os une é a amizade e a posição marginalizada pelo sistema, o fato de serem homens sem nada na vida, sequer família, que trabalham de bicos em fazendas da Califórnia durante a recessão econômica da década de 30. Ganham pouco mais que comida e moradia. No caminho, encontram outros sujeitos pobres e explorados, mas também situações que colocam em risco a sua miserável e humilde existência. em Ratos e homens, Steinbeck levou à maestria sua capacidade de compor personagens tão cativantes quanto realistas e de, ao contar uma história específica, falar de sentimentos comuns a todos os seres humanos, como a solidão e a ânsia por uma vida digna.
19- Lolita (Vladimir Nabokov)
Tido como um dos livros mais polêmicos do século XX, Lolita narra o amor obsessivo de Humbert Humbert, um cínico intelectual de meia-idade, por Dolores Haze, Lolita, 12 anos, uma ninfeta que desperta seus desejos mais agudos. Polêmmico, irônico, tocante, a obra-prima de Nabokov não é apenas uma assombrosa história de paixão e ruína. É também uma viagem de descoberta pela América; é a explosão da linguagem e de seus matizes; é uma mostra da arte narrativa em seu auge. Na literatura contemporânea, não existe romance como Lolita.
18- 1984 (George Orwell)
1984 não é apenas mais um livro sobre política, mas uma metáfora do mundo que estamos inexoravelmente construindo. Invasão de privacidade, avanços tecnológicos que propiciam o controle total dos indivíduos, destruição ou manipulação da memória histórica dos povos e guerras para assegurar a paz já fazem parte da realidade. Se essa realidade caminhar para o cenário antevisto em 1984, o indivíduo não terá qualquer defesa. Aí reside a importância de se ler Orwell, porque seus escritos são capazes de alertar as gerações presentes e futuras do perigo que correm e mobilizá-las pela humanização do mundo.
17- Por quem os sinos dobram (Ernest Hemingway)
O livro narra a história de Robert Jordan, um professor de espanhol de origem americana que trabalha como voluntário durante a Guerra Civil Espanhola ao lado dos republicanos, e recebe a missão de explodir uma ponte. O título é de um poema do escritor inglês John Donne. Mais que um livro sobre a guerra e seus horrores, a obra trata da condição humana e a que absurdos a mente está sujeita durante um conflito de proporções gigantescas. Hemingway criou ainda um dos finais mais emocionantes da história da literatura.
16- A insustentável leveza do ser (Milan Kundera)
Quatro personagens protagonizam essa história: Tereza e Tomas, Sabina e Franz. Por força de suas escolhas ou por interferência do acaso, cada um deles experimenta, à sua maneira, o peso insustentável que baliza a vida, esse permanente exercício de reconhecer a opressão e de tentar amenizá-la.
15- Travessuras da menina má (Mario Vargas Llosa)
O peruano Ricardo vê realizado, ainda jovem, o sonho que sempre alimentou: o de viver em Paris. O reencontro com um amor da adolescência o trará de volta à realidade. Lily - inconformista, aventureira e pragmática - o arrastará para fora do pequeno mundo de suas ambições. Ricardo e Lily - ela sempre mudando de nome e de marido - se reencontram várias vezes ao longo da vida, em diferentes partes do mundo.
14- Germinal (Émile Zola)
O livro conta a história da exploração de um grupo de mineradores ao norte da França. A chegada de um forasteiro com ideais marxistas provoca uma mudança no cotidiano dos trabalhadores, deflagrando um greve pela busca de melhores condições de trabalho e uma condição de vida com o mínimo de dignidade possível. Contudo, à medida que a greve avança os trabalhadores vão percebendo as desvantagens de tentar bater de frente com a classe dominante, e o forasteiro vê como o cotidiano e o status quo podem ser um empecilho à conscientização das classes menos abastadas. Uma trágica história sobre a exploração do homem pelo homem e sua consequente degradação por causa do capitalismo selvagem.
13- O senhor dos anéis (J. R. R. Tolkien)
O mundo está dividido entre aqueles que já leram O Senhor dos Anéis e aqueles que ainda não leram. Assim a crítica resume a importância e o alcance da obra de Tolkien. Uma metáfora perfeita sobre as duas grandes guerras enfrentadas pelos europeus na primeira metade do século XX e uma extraordinária história de superação. Tolkien criou uma nova mitologia, com lugares e linguagens próprios, comparada à mitologia dos gregos e romanos, que se torna uma obra-prima atemporal.
12- Equador (Miguel Sousa Tavares)
Primeiro romance do escritor português, o livro tem como pano de fundo um dos acontecimentos mais importantes da história da humanidade: a exploração colonial portuguesa. A história em si gira em torno do protagonista Luís Bernardo, que é escolhido para ser governador da distante ilha de São Tomé, um lugar perdido em meio ao oceano. Lá ele conhece o amor e a solidão que, junto com as condições climáticas locais, o levam a uma degradação psicológica com consequências trágicas.
11- O falecido Mattia Pascal (Luigi Pirandello)
Filho de uma família rica que perde tudo após sofrer um golpe, Mattia Pascal leva uma vida extremamente humilde. Um dia resolve ir ao cassino na cidade e aposta o pouco que tinha. Com sorte ele ganha um pouco de dinheiro e no retorno para casa vê num jornal que haviam encontrado um corpo cujo falecido se chamava justamente Mattia Pascal. Aproveitando a oportunidade, Mattia resolve fugir para longe e muda completamente de vida, inclusive o nome, passando a se chamar Adriano Meis. Contudo, com o passar do tempo ele percebe o seguinte: aquilo que no início parecia uma porta aberta para a sua liberdade trouxe consequências cujos pesos e responsabilidades não se diferenciavam nada da sua vida passada. Um romance genial sobre a busca pela identidade e a afirmação do indivíduo como ser humano.
10- On the road (Jack Kerouac)
Considerado a bíblia da geração beat, o livro narra a história de dois rapazes e uma garota que colocam a mochila nas costas e botam o pé nas estradas dos Estados Unidos em busca de aventuras. O livro retrata como nenhum outro as loucuras e os exageros de uma geração que experimentou a liberdade como nenhuma outra jamais fez ou tem feito. Poesia, música (jazz), drogas, sexo, tudo que rotulou as décadas de 60 e 70 num livro único.
9- O evangelho segundo Jesus Cristo (José Saramago)
O romance de José Saramago conta a história da vida de Jesus Cristo a partir de uma visão moderna e crítica da religião. Quem foi Jesus? Homem ou santo? Relacionou-se com Maria Madalena? Teve medos? Saramago conta a história mais famosa do mundo a partir da perspectiva do próprio protagonista. Deus age correto ao condenar o próprio filho? O diabo é mesmo culpado por tudo de errado, antes e depois da vinda do messias? Uma metáfora magnífica, a história de Cristo contada de forma poética e incomparável. Um livro que permanece na mente por toda a vida.
8- Os miseráveis (Victor Hugo)
A obra do autor francês conta a história de Jean Valjean, um homem que foi condenado a trabalhos forçados por ter roubado um pão para matar a fome dos filhos de sua irmã. Após ser libertado o homem procura abrigo numa igreja e é abrigado por um bondoso padre. Mas o homem não resiste à tentação e foge, levando toda a prataria da igreja. Capturado pela polícia e levado perante o padre, o religioso diz à polícia que havia dado a prataria para o homem. Após esse ato de misericórdia, a vida do homem se transformará e ele fará de tudo para ajudar as pessoas, embora ainda seja perseguido por sombras do passado. Além de cativante, o livro é um dos retratos mais fiéis do período mais revolucionário da história da humanidade: A Revolução Francesa.
7- Judas, o obscuro (Thomas Hardy)
Até que ponto uma inteligência acima da média que beira à genialidade garante uma posição confortável na vida em sociedade? O livro de Thomas Hardy conta a triste história de um homem que, apesar de seu conhecimento e de todos os seus esforços em busca da sabedoria, passa a vida na penúria juntamente com sua esposa e filhos. Uma verdadeira tragédia grega do século XX.
6- O grande Gatsby (F. Scott Fitzgerald)
O livro é considerado o clássico norte-americano sobre os anos mais prósperos dos Estados Unidos, os anos 20 ou a Era do Jazz. A obra conta a história de Jay Gatsby que, com o fim da guerra, se dedica a enriquecer para reconquistar a mulher da sua vida, Daisy. Enquanto servia na guerrra, ela casou-se com o insensível, mas extremamente rico, Tom Buchanan. O enredo gira em torno de todos os esforços feitos por Gatsby para encantar e trazer de volta sua amada, tendo como pano de fundo um dos períodos mais grandiosos da economia americana. Um conto de amor num mundo de extravagância, riqueza, luxúria e tragédia iminente.
5- Enquanto agonizo (William Faulkner)
A incrível história de uma pobre família americana cuja obsessão é atender ao último pedido da mãe: enterrá-la em sua terra natal. Com seu caixão nas costas, eles vão atravessar uma longa distância do território dos Estados Unidos, num cortejo enlouquecedor e - como diz o próprio título - agonizante. A verdadeira odisseia do século XX. Um livro inquietante e perturbador.
4- O idiota (Dostoiévski)
O livro narra a história de Míchkin, uma mescla de Cristo e Dom Quixote, cuja compaixão sem limites vai se chocar com o desregramento humano e a ambição da sociedade russa do século XIX. Num mundo obcecado por dinheiro, poder e conquistas, a obra revela ao leitor que não há lugar no mundo para os puros de coração. O sanatório acaba muitas das vezes sendo a única saída.
3- O pai Goriot (Honoré de Balzac)
O livro faz parte da grande obra de Balzac conhecida como A Comédia Humana, em que ele retrata toda a falta de escrúpulos que um ser humano é capaz de fazer em sua frenética busca pela ascensão social. Em O pai Goriot, temos a triste história de um comerciante de origem humilde que gasta todas as suas economias para casar as duas filhas com senhores advindos da nobreza. Apesar de todos os seus esforços e amor pelas filhas - e após realizar o casamento de ambas - ele acaba vivendo sozinho num quarto de pensão, uma vez que elas o consideram humilde demais para frequentar a alta sociedade. Uma obra que mostra como as aparências sociais e o jogo de interesse podem corroer os valores mais dignos do ser humano.
2- Os Maias (Eça de Queiróz)
A trágica história de duas gerações da família Maia. A primeira representada por Pedro da Maia que, contra a vontade do pai, casa-se com Maria Monforte. Romântico e fraco, ele é abandonado pela mulher que foge com um italiano, levando a filha e deixando o filho com seu pai. Instável emocionalmente, Pedro comete suicídio e caberá a seu pai, Afonso da Maia, a criação de Carlos, o filho de Pedro. Os anos passam e o romance toma como epicentro o amor incestuoso do jovem casal Carlos e Maria Eduarda. Sem saber que são irmãos, o casal se conhece quando Maria Eduarda, filha de Pedro, volta a Portugal. O chocante para a sociedade portuguesa na época da publicação da obra é que, mesmo após descobrir que Maria era sua irmã, Carlos não conta nada para ela e continua a relação de amantes. Além de um marco do Realismo, o livro também mostra a decadente sociedade portuguesa do final do século XIX.
1- O estrangeiro (Albert Camus)
Todos nós, algum dia, por alguma razão, já nos sentimos como seres não pertencentes a este mundo. A obra do filósofo e romancista francês mostra o quão absurdo a vida pode ser. Um homem a troco de nada mata um árabe. Durante o interrogatório, ele diz não saber por qual motivo fez aquilo, o que deixa todos revoltados e lhe rende a condenação à morte. Mas o que eles não sabiam é que ele estava sendo sincero, pois a vida na maioria das vezes não tem mesmo razão de ser. Como não sentia remorso e era considerado misantropo, na visão daqueles que o condenavam ele representava uma ameaça para a sociedade.
Quatro personagens protagonizam essa história: Tereza e Tomas, Sabina e Franz. Por força de suas escolhas ou por interferência do acaso, cada um deles experimenta, à sua maneira, o peso insustentável que baliza a vida, esse permanente exercício de reconhecer a opressão e de tentar amenizá-la.
15- Travessuras da menina má (Mario Vargas Llosa)
O peruano Ricardo vê realizado, ainda jovem, o sonho que sempre alimentou: o de viver em Paris. O reencontro com um amor da adolescência o trará de volta à realidade. Lily - inconformista, aventureira e pragmática - o arrastará para fora do pequeno mundo de suas ambições. Ricardo e Lily - ela sempre mudando de nome e de marido - se reencontram várias vezes ao longo da vida, em diferentes partes do mundo.
14- Germinal (Émile Zola)
O livro conta a história da exploração de um grupo de mineradores ao norte da França. A chegada de um forasteiro com ideais marxistas provoca uma mudança no cotidiano dos trabalhadores, deflagrando um greve pela busca de melhores condições de trabalho e uma condição de vida com o mínimo de dignidade possível. Contudo, à medida que a greve avança os trabalhadores vão percebendo as desvantagens de tentar bater de frente com a classe dominante, e o forasteiro vê como o cotidiano e o status quo podem ser um empecilho à conscientização das classes menos abastadas. Uma trágica história sobre a exploração do homem pelo homem e sua consequente degradação por causa do capitalismo selvagem.
13- O senhor dos anéis (J. R. R. Tolkien)
O mundo está dividido entre aqueles que já leram O Senhor dos Anéis e aqueles que ainda não leram. Assim a crítica resume a importância e o alcance da obra de Tolkien. Uma metáfora perfeita sobre as duas grandes guerras enfrentadas pelos europeus na primeira metade do século XX e uma extraordinária história de superação. Tolkien criou uma nova mitologia, com lugares e linguagens próprios, comparada à mitologia dos gregos e romanos, que se torna uma obra-prima atemporal.
12- Equador (Miguel Sousa Tavares)
Primeiro romance do escritor português, o livro tem como pano de fundo um dos acontecimentos mais importantes da história da humanidade: a exploração colonial portuguesa. A história em si gira em torno do protagonista Luís Bernardo, que é escolhido para ser governador da distante ilha de São Tomé, um lugar perdido em meio ao oceano. Lá ele conhece o amor e a solidão que, junto com as condições climáticas locais, o levam a uma degradação psicológica com consequências trágicas.
11- O falecido Mattia Pascal (Luigi Pirandello)
Filho de uma família rica que perde tudo após sofrer um golpe, Mattia Pascal leva uma vida extremamente humilde. Um dia resolve ir ao cassino na cidade e aposta o pouco que tinha. Com sorte ele ganha um pouco de dinheiro e no retorno para casa vê num jornal que haviam encontrado um corpo cujo falecido se chamava justamente Mattia Pascal. Aproveitando a oportunidade, Mattia resolve fugir para longe e muda completamente de vida, inclusive o nome, passando a se chamar Adriano Meis. Contudo, com o passar do tempo ele percebe o seguinte: aquilo que no início parecia uma porta aberta para a sua liberdade trouxe consequências cujos pesos e responsabilidades não se diferenciavam nada da sua vida passada. Um romance genial sobre a busca pela identidade e a afirmação do indivíduo como ser humano.
10- On the road (Jack Kerouac)
Considerado a bíblia da geração beat, o livro narra a história de dois rapazes e uma garota que colocam a mochila nas costas e botam o pé nas estradas dos Estados Unidos em busca de aventuras. O livro retrata como nenhum outro as loucuras e os exageros de uma geração que experimentou a liberdade como nenhuma outra jamais fez ou tem feito. Poesia, música (jazz), drogas, sexo, tudo que rotulou as décadas de 60 e 70 num livro único.
9- O evangelho segundo Jesus Cristo (José Saramago)
O romance de José Saramago conta a história da vida de Jesus Cristo a partir de uma visão moderna e crítica da religião. Quem foi Jesus? Homem ou santo? Relacionou-se com Maria Madalena? Teve medos? Saramago conta a história mais famosa do mundo a partir da perspectiva do próprio protagonista. Deus age correto ao condenar o próprio filho? O diabo é mesmo culpado por tudo de errado, antes e depois da vinda do messias? Uma metáfora magnífica, a história de Cristo contada de forma poética e incomparável. Um livro que permanece na mente por toda a vida.
8- Os miseráveis (Victor Hugo)
A obra do autor francês conta a história de Jean Valjean, um homem que foi condenado a trabalhos forçados por ter roubado um pão para matar a fome dos filhos de sua irmã. Após ser libertado o homem procura abrigo numa igreja e é abrigado por um bondoso padre. Mas o homem não resiste à tentação e foge, levando toda a prataria da igreja. Capturado pela polícia e levado perante o padre, o religioso diz à polícia que havia dado a prataria para o homem. Após esse ato de misericórdia, a vida do homem se transformará e ele fará de tudo para ajudar as pessoas, embora ainda seja perseguido por sombras do passado. Além de cativante, o livro é um dos retratos mais fiéis do período mais revolucionário da história da humanidade: A Revolução Francesa.
7- Judas, o obscuro (Thomas Hardy)
Até que ponto uma inteligência acima da média que beira à genialidade garante uma posição confortável na vida em sociedade? O livro de Thomas Hardy conta a triste história de um homem que, apesar de seu conhecimento e de todos os seus esforços em busca da sabedoria, passa a vida na penúria juntamente com sua esposa e filhos. Uma verdadeira tragédia grega do século XX.
6- O grande Gatsby (F. Scott Fitzgerald)
O livro é considerado o clássico norte-americano sobre os anos mais prósperos dos Estados Unidos, os anos 20 ou a Era do Jazz. A obra conta a história de Jay Gatsby que, com o fim da guerra, se dedica a enriquecer para reconquistar a mulher da sua vida, Daisy. Enquanto servia na guerrra, ela casou-se com o insensível, mas extremamente rico, Tom Buchanan. O enredo gira em torno de todos os esforços feitos por Gatsby para encantar e trazer de volta sua amada, tendo como pano de fundo um dos períodos mais grandiosos da economia americana. Um conto de amor num mundo de extravagância, riqueza, luxúria e tragédia iminente.
5- Enquanto agonizo (William Faulkner)
A incrível história de uma pobre família americana cuja obsessão é atender ao último pedido da mãe: enterrá-la em sua terra natal. Com seu caixão nas costas, eles vão atravessar uma longa distância do território dos Estados Unidos, num cortejo enlouquecedor e - como diz o próprio título - agonizante. A verdadeira odisseia do século XX. Um livro inquietante e perturbador.
4- O idiota (Dostoiévski)
O livro narra a história de Míchkin, uma mescla de Cristo e Dom Quixote, cuja compaixão sem limites vai se chocar com o desregramento humano e a ambição da sociedade russa do século XIX. Num mundo obcecado por dinheiro, poder e conquistas, a obra revela ao leitor que não há lugar no mundo para os puros de coração. O sanatório acaba muitas das vezes sendo a única saída.
3- O pai Goriot (Honoré de Balzac)
O livro faz parte da grande obra de Balzac conhecida como A Comédia Humana, em que ele retrata toda a falta de escrúpulos que um ser humano é capaz de fazer em sua frenética busca pela ascensão social. Em O pai Goriot, temos a triste história de um comerciante de origem humilde que gasta todas as suas economias para casar as duas filhas com senhores advindos da nobreza. Apesar de todos os seus esforços e amor pelas filhas - e após realizar o casamento de ambas - ele acaba vivendo sozinho num quarto de pensão, uma vez que elas o consideram humilde demais para frequentar a alta sociedade. Uma obra que mostra como as aparências sociais e o jogo de interesse podem corroer os valores mais dignos do ser humano.
2- Os Maias (Eça de Queiróz)
A trágica história de duas gerações da família Maia. A primeira representada por Pedro da Maia que, contra a vontade do pai, casa-se com Maria Monforte. Romântico e fraco, ele é abandonado pela mulher que foge com um italiano, levando a filha e deixando o filho com seu pai. Instável emocionalmente, Pedro comete suicídio e caberá a seu pai, Afonso da Maia, a criação de Carlos, o filho de Pedro. Os anos passam e o romance toma como epicentro o amor incestuoso do jovem casal Carlos e Maria Eduarda. Sem saber que são irmãos, o casal se conhece quando Maria Eduarda, filha de Pedro, volta a Portugal. O chocante para a sociedade portuguesa na época da publicação da obra é que, mesmo após descobrir que Maria era sua irmã, Carlos não conta nada para ela e continua a relação de amantes. Além de um marco do Realismo, o livro também mostra a decadente sociedade portuguesa do final do século XIX.
1- O estrangeiro (Albert Camus)
Todos nós, algum dia, por alguma razão, já nos sentimos como seres não pertencentes a este mundo. A obra do filósofo e romancista francês mostra o quão absurdo a vida pode ser. Um homem a troco de nada mata um árabe. Durante o interrogatório, ele diz não saber por qual motivo fez aquilo, o que deixa todos revoltados e lhe rende a condenação à morte. Mas o que eles não sabiam é que ele estava sendo sincero, pois a vida na maioria das vezes não tem mesmo razão de ser. Como não sentia remorso e era considerado misantropo, na visão daqueles que o condenavam ele representava uma ameaça para a sociedade.
sábado, 10 de janeiro de 2015
Chaplin não sabia imitar Chaplin
Todas as vezes que nos deparamos com o trabalho de um grande artista, independentemente da área, literatura, música, dramaturgia, cinema, entre outros, é muito comum ouvirmos aquela famosa frase: "Sucesso de público e crítica". Sucesso de público é fácil avaliar, pois quanto o maior o número de pessoas alcançado por um trabalho, maior o seu sucesso. Agora, e sucesso de crítica? O que isso realmente quer dizer? Um trabalho detonado pela crítica significa de fato que ele não tem valor algum? Quem critica não tem a sua avaliação carregada de subjetividade? Um caso muito curioso é o do famoso ator Charlie Chaplin. Quando ficou sabendo que haveria um concurso de imitadores de Chaplin, o próprio resolveu participar. Claro que sem revelar sua verdadeira identidade. E adivinhem o que aconteceu: para sua surpresa ele ficou em 3º lugar. Isso mesmo, 3º. Ou seja, para os experts Chaplin não era capaz de imitar a si mesmo de forma perfeita. Dá pra acreditar? Outro caso curioso aconteceu com o poeta Carlos Drummond de Andrade. Convidado por uma universidade para responder a algumas questões sobre suas poesias que fariam parte do vestibular, ele não foi bem na prova. Questionado algum tempo depois sobre o acontecido, ele disse que não fazia ideia de que queria dizer aquilo que os professores encontraram quando interpretaram suas poesias. Conclusão: nem sempre podemos levar em consideração aquilo que os endeusados críticos dizem.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Mulher teve 12 gêmeos
Acredite se quiser! Em 2009 uma mulher na Tunísia ficou grávida de 12 crianças. Após fazer um tratamento para engravidar, a mulher e o marido sabiam que havia a possibilidade de nascer gêmeos. Mas, quando fizeram o ultrassom, não só o casal levou o maior susto como também os médicos que fizeram todo o procedimento de fertilização. Por incrível que pareça a mulher deu à luz as 12 crianças. Agora o pai com certeza deve ter mais de uma ocupação. Haja leite!
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Hipnotizar serpentes com música: verdade ou mito?
Sabe aquela história de que os encantadores de serpentes, principalmente na Índia, utilizam a música de suas flautas para hipnotizar as najas? Pois é, isso não é verdade. As serpentes não têm capacidade de audição, ou seja, elas são surdas. E o fato de elas ficarem em pé quando o cesto é aberto tem a seguinte explicação: elas estavam presas no escuro. Assim, quando o cesto é aberto, elas põem a cabeça para fora em direção à claridade. Alguns cientistas acreditam ainda que os encantadores utilizam urina de rato na ponta das flautas, fazendo com que as serpentes acompanhem o instrumento de um lado para o outro - lembrando que o rato é o alimento preferido desses répteis. Bem, pelo menos essa é a explicação científica. Se há algum outro método para os animais não atacarem os encantadores, não se sabe. E mesmo com essa explicação, duvido que algum cientista se arriscaria a ficar horas na frente da serpente como fazem os indianos.
O homem na camiseta de Axl Rose
Axl Rose, vocalista da banda de rock Guns 'n' Roses, sempre era visto trajando uma camiseta com a imagem de um homem durante seus shows na década de 90. O homem na camiseta é Charles Manson, um serial killer americano que fundou e liderou um grupo de assassinos no final da década de 60. Entre as vítimas do grupo estavam a atriz Sharon Tate e quatro amigos dela. Grávida de 8 meses quando foi morta, a atriz era esposa do diretor de cinema Roman Polanski. Condenado à pena de morte em 1971, o psicopata teve sua punição revertida para prisão perpétua e cumpre pena na Penitenciária da Califórnia. Atualmente ele está com 80 anos.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Pombos jogando pingue-pongue
Na década de 60, cientistas fizeram com que pombos jogassem pingue-pongue. Utilizando os métodos de condicionamento da teoria de B. F. Skinner, chamada Behaviourismo, os cientistas demonstraram que os animais são capazes de fazer coisas inimagináveis. O Behaviourismo, termo inglês que significa Comportamentalismo, condiciona os animais a executar determinada tarefa através de estímulos e repetições. O método é bastante usado até hoje por cientistas e adestradores em geral. Skinner inclusive treinou pombos que serviam de mensageiros durante a Segunda Guerra Mundial. Embora os animais se tornem mais obedientes e chamem bastante a atenção, a sociedade protetora dos animais diz que na verdade os animais sofrem maus tratos para que possam responder de forma satisfatória ao objetivo pretendido tanto pelos cientistas quanto pelos adestradores.
domingo, 4 de janeiro de 2015
As construções mais bizarras do planeta
Atualmente a arquitetura é uma das profissões mais concorridas do mundo. Com tantos profissionais que são jogados pelas universidades no mercado todos os anos, só se dão bem aqueles que usam a criatividade para inovar nas construções contemporâneas. Veja algumas das construções mais criativas - e bizarras - encontradas ao redor do planeta:
Casa de Cerâmica (Colômbia)
Templo de Lótus (Índia)
House Attack (Áustria)
Teatro Nacional (China)
A Casa Torta (Polônia)
Museu de Ripley (Canadá)
Museu de Arte Contemporânea (Brasil)
Low Impact Woodland (País de Gales, Reino Unido)
Casa de Cerâmica (Colômbia)
Templo de Lótus (Índia)
House Attack (Áustria)
Teatro Nacional (China)
A Casa Torta (Polônia)
Museu de Ripley (Canadá)
Museu de Arte Contemporânea (Brasil)
Low Impact Woodland (País de Gales, Reino Unido)
Chimpanzé se comunicava por linguagem de sinais
Uma chimpanzé chamada Washoe, que vivia nos Estados Unidos, era uma das maiores atrações da Universidade Central de Washington. Washoe era o único animal do planeta capaz de se comunicar usando a linguagem dos sinais. Ela tinha um vocabulário composto por mais de 250 palavras e ensinava a linguagem para três chimpanzés mais jovens. Washoe nasceu na África em 1965 e vivia na universidade desde 1980. A primata morreu no ano de 2007 para a tristeza dos pesquisadores da instituição.
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